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Processo de Primárias

Documentos

Foram consideradas válidas as candidaturas que recebam avais de pelo menos dois membros ou apoiantes do Núcleo Territorial dos Açores.

Margarida Neves Pereira

rosto

Nome: Margarida Isabel Marques Neves Pereira
Data de nascimento: 27/02/1968
Residência: Porto

 

 

Primeiro círculo: São Miguel
Segundo círculo: Terceira

Candidatura avalizada

Biografia
Com Background em estudos de Filosofia, no curso de Filosofia Científica, e de História, no curso de História e Filosofia (Universidade dos Açores). Certificada com a carteira de jornalista. Exerce jornalismo há mais de dezoito anos, tendo trabalhado na imprensa, na rádio e na televisão. Responsável por suplementos culturais e por colunas de opinião semanais, foi pivot da RTP Açores e repórter e jornalista da TVi, sua correspondente para todas as ilhas dos Açores. Fez jornalismo de investigação em diversas áreas (política, social, economia e desporto), nomeadamente em condições de risco. Desempenhou o cargo de coordenadora e de chefe de redação em rádios e em revistas e jornais. Premiada com o título nacional de Melhor Jornalista Cultural em 2008 (imprensa escrita), atribuída pelo Movimento de Arte Contemporânea. Revisora e estruturadora de edições literárias e de teses de doutoramento. Produtora e assessora de imprensa para representações de instituições regionais do Governo Autónomo dos Açores em Portugal continental e no estrangeiro. Foi responsável pela direção de produção e produção executiva de filmes e de programas audiovisuais Co-organizou e produziu, desfiles e editoriais de moda internacional em Paris. Na qualidade de empresária, desempenhando o cargo de sócia-gerente, desenvolveu valências nas áreas de gestão e de liderança de equipas.

Declaração política

Sou uma cidadã portuguesa que, embora tenha tido sempre uma postura política, no sentido de ser dona de uma opinião critica, construtiva, reflexiva, da vivência em comunidade, de cidadania, nunca se sentiu atraída por qualquer estrutura político-partidária, nem pelo exercício de qualquer poder político-partidário. Contudo, face ao rumo suicida adoptado pelos últimos governos, face ao saque institucionalizado a que os cidadãos estão sujeitos desde pelo menos 2008, face ao abandono descarado de princípios e valores fundamentais, quer no cerne de uma europa que nem chegou a nascer enquanto comunidade, passando pelos egoísmos nacionalistas dos seus membros constituintes, face ao agravamento das injustiças sociais, face ao desespero do cidadão comum, que se encontra só num combate desigual, muitas vezes impotente perante os ataques constantes aos seus direitos fundamentais, sinto não ter outra alternativa do que exercer activamente o meu dever de cidadania. É com uma profunda consciência de que é tempo de agir que apresento a minha candidatura, levando comigo a minha experiência enquanto mãe, mulher, pessoa, que nesta existência já viveu várias vidas e que ao longo do trajecto foi tirando notas de navegação. Constato que vivemos numa sociedade doente, com medo, envergonhada, que se vê obrigada a assumir responsabilidades e culpas que lhe são alheias. Em suma, uma sociedade em total desequilíbrio onde pessoas de bem ou são consideradas números contribuintes ou então pesados encargos para o estado, mas jamais são pessoas de bem.
Existem 3 áreas de intervenção essenciais às quais gostaria de me dedicar em especial:
1- Educação. Reflectir profundamente sobre a actual Filosofia da Educação, repensar e renovar conteúdos e tecnicas de ensino. Traçar estratégias de combate aos flagelos que assolam o sector na actualidade, como o bulling, a maternidade precoce, a alienação, o diálogo e a performance dos vários agentes intervenientes, alunos professores e Ministério.
2- Cidadania – Reabilitar o sentido de participação individual na organização da sociedade. Devolver o poder de intervenção efectiva na “cousa publica” aos cidadãos, associando-o a um profundo sentido de responsabilidade.
3- Política Social- Combater a exclusão social, reflectir sobre a dignidade do individuo face à crise e suas consequências. Repor sentido de justiça num Estado cego e surdo, contudo não mudo.

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